Dr. Volney Soares

Longevidade não significa apenas viver mais tempo.

Significa preservar autonomia, energia, clareza mental e qualidade de vida ao longo dos anos.

 
 

Dr. Volney Soares
Dr. Volney Soares

Dr. Volney Soares Lima

CRM-MG 33029 | Oncologia Clínica — RQE 15235

Trajetória

O Dr. Volney Soares Lima é médico oncologista há mais de duas décadas.

Formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em 1998, concluiu residências médicas credenciadas pelo MEC em Clínica Médica, em 2000, e Oncologia Clínica, em 2002.

A experiência no acompanhamento de pacientes oncológicos ampliou sua maneira de compreender a saúde. Ao longo dos anos, passou a observar com mais atenção como alimentação, sono, movimento, metabolismo, equilíbrio emocional e outros hábitos influenciam a forma como cada pessoa vive e envelhece.

Formação Ampliada

Em 2007, concluiu especialização em Finanças pela Fundação Dom Cabral, incorporando à sua trajetória conhecimentos ligados a planejamento, gestão e tomada de decisões.

O interesse crescente pelos fatores que influenciam a saúde ao longo da vida levou-o a concluir, em 2025, a pós-graduação lato sensu em Envelhecimento Saudável pela PUC-RS.

Essa formação, somada à experiência clínica, contribuiu para uma visão mais integrada do organismo e para uma atuação voltada às necessidades, prioridades e possibilidades de cada paciente.

Visão Médica

Para o Dr. Volney, longevidade não significa apenas acrescentar anos à vida.

Significa preservar, pelo maior tempo possível, autonomia, energia, capacidade funcional, clareza mental e qualidade de vida.

Essa visão orienta um acompanhamento personalizado e contínuo, que busca compreender o momento de cada pessoa e organizar os fatores que podem ser cuidados ao longo do tempo.

Artigos

Colesterol e longevidade

Muitos dos pacientes que chegam bem aos oitenta anos, fortes, autônomos e ativos, têm níveis de colesterol surpreendentemente baixos.

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Gratidão e longevidade

Um estudo com quase 50 mil enfermeiras idosas, publicado em 2024, observou uma associação entre maior gratidão e menor mortalidade geral e cardiovascular. O resultado é relevante, mas não prova que a gratidão, isoladamente, faça alguém viver mais. Entenda o que os dados mostram, como a biologia pode ajudar a explicar essa relação e onde a ciência ainda pede cautela.

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